Muita gente que me conhece sabe que eu adoro moda. Até quem não me conhece, e me vê vestida com um simples jeans e uma camiseta branca, percebe que eu gosto de moda. Parece que é algo que exala de mim, provavelmente porque é algo que eu gosto de verdade.
Dai que semana passada fui numa palestra sobre gestão vs. criação de moda com o Jum Nakao (sabe aquele do desfile com roupas de papel?).
E o mais marcante nessa palestra do Jum, por incrivel que pareça, não foi nada relacionado com moda, mas sim algo que ele disse sobre "ser turista da própria existência".
Jum estava contando sobre uma viagem que fez a Joinville e disse que aproveitou o final de semana pra ser turista... e incentivou a gente a ser turista diariamente. Porque turista vê tudo com olhos diferentes, consegue ver brilho em coisas que os locais não vêem... Local tá sempre no automático, não repara nos detalhes, não vê beleza no cotidiano...
E eu achei genial, fez muito sentido pra mim. Eu que vivia procurando meios de evasão do caos de São Paulo, vi nesse "turista lifestyle" a maneira perfeita de criar um universo melhor ao meu redor, sem precisar sair daqui.
E o mais marcante nessa palestra do Jum, por incrivel que pareça, não foi nada relacionado com moda, mas sim algo que ele disse sobre "ser turista da própria existência".
Jum estava contando sobre uma viagem que fez a Joinville e disse que aproveitou o final de semana pra ser turista... e incentivou a gente a ser turista diariamente. Porque turista vê tudo com olhos diferentes, consegue ver brilho em coisas que os locais não vêem... Local tá sempre no automático, não repara nos detalhes, não vê beleza no cotidiano...
E eu achei genial, fez muito sentido pra mim. Eu que vivia procurando meios de evasão do caos de São Paulo, vi nesse "turista lifestyle" a maneira perfeita de criar um universo melhor ao meu redor, sem precisar sair daqui.
É claro que eu continuo louca pra morar na praia, mas se a gente for pensar bem, em qualquer lugar do mundo, se a gente não for turista nada vai fazer sentido de qualquer forma.
Então fica a mensagem aqui: o que importa é o passeio, é o meio, é a beleza do durante e não a chegada e a volta. Nós devemos aproveitar cada instante como se fossemos turistas, porque viver é ser turista da própria existência.
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